Quem vive sem ele?
Continuando a minha homenagem, a que considero umas das maiores revolucionárias da moda, vou contar um pouquinho a história do famoso “pretinho básico”. Lá por volta de 1926, a Vogue publicaria uma ilustração da nova invenção de Chanel. Com a iminência da segunda grande guerra, o modelito do vestido passou e ninguém notou. A Mademoiselle era mesmo uma visionária. Quem estava pensando em adornos quando os tempos eram de racionamento? Lá para o final dos anos 40, Christian Dior, ressuscita a idéia de Chanel, o tal vestido preto, com golas e luvas brancas, sem esquecer do lendário colar de pérolas.
O sucesso é aquele que conhecemos muito bem, mais de 80 anos depois ele continua hors concours...Nos anos 60, o modelo é remodelado por Givenchy e imortalizado pela Audrey Hepburn, no filme Breakfast at Tiffany.
O sucesso é aquele que conhecemos muito bem, mais de 80 anos depois ele continua hors concours...Nos anos 60, o modelo é remodelado por Givenchy e imortalizado pela Audrey Hepburn, no filme Breakfast at Tiffany.

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